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Documentário: History – A História do Mundo em Duas Horas

Expansão do Big Bang

Expansão do Big Bang

 

Uma rápida viagem de duas horas, especial inédito do History mostra o que de mais importante aconteceu do surgimento do Universo até os dias atuais.

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Evolução das civilizações

O Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos e essa grande explosão de massa cósmica deu origem ao Universo. Estima-se que a Terra tenha surgido há cerca de 4,6 bilhões de ano e era um ambiente inóspito, mas os primeiros rastros da existência humana datam de 4.000 a.C. É uma história bem longa, mas o History vai contá-la de forma dinâmica, em 120 minutos, no especial “A História do Mundo em Duas Horas”.

Grandes obras do homem

Grandes obras do homem

O especial, dos mesmos produtores de “O Mundo sem Ninguém”, apresenta um apanhado desde a criação do Universo ao surgimento da vida no planeta, dos progressos atingidos pelo homem desde a Idade a Pedra à atual expansão tecnológica, do aparecimento das primeiras civilizações ao mundo globalizado.

A idéia de “A História do Mundo em Duas Horas” é demonstrar de forma dinâmica como há correlação entre todos os grandes acontecimentos históricos. Não haveria raça humana não fossem os macacos, que por sua vez são não teriam existido sem as bactérias, uma das primeiras formas de vida de que se tem notícia no planeta. Não poderia haver globalização não fossem as viagens marítimas nos idos de 1.500. E não conheceríamos o computador sem a descoberta da eletricidade por Benjamin Franklin em 1752.

Sobre a teoria do Big Bang ou A Grande Explosão

A teoria do Big Bang é de autoria do cientista russo, naturalizado americano, George Gamow, e do padre e astrônomo belga Georges Lamaîtres e estabelece que uma grande explosão cósmica ocorrida há 13.7 bilhões de anos deu origem ao que conhecemos como espaço/tempo. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias. A teoria do Big Bang apóia-se na teoria da relatividade de Albert Einstein e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble e Milton Humanson.

Documentário: History – O Universo – Os piores dias na Terra

Choque em Arco

Choque em Arco

Nesse documentário o canal History mostra as 7 piores catástrofes que a Terra passou e que ainda irá passar.

 

O que me intrigou foi a catástrofe número quatro: A extinção do ordoviciano (450 milhões de anos atrás)

Extinção do Ordoviciano (444 Ma) – ocorrida no fim do Ordoviciano, vitimou sobretudo trilobitesbraquiópodescrinoides e equinoides; provavelmente resultante de uma erupção de raios gama que atingiu a Terra, fazendo a atmosfera alterar-se, deixando passar os raios UV, e provocando uma era glacial; Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o_em_massa

 

Isso me intrigou, foi o que o narrador falou:

“Nosso Sistema Solar oscila na Via Láctea, movendo-se para cima e para baixo do disco principal da galáxia a cada 64 milhões de anos. Uma vez fora do campo magnético protetor da galáxia nosso planeta fica vulnerável aos raios cósmicos mortais gerados pelo “Choque em Arco”

choque em arco (em inglês bow shock) é a área entre uma magnetosfera e um meio ambiente. Para estrelas, isto tipicamente ocorre no limite entre o vento estelar e meio interestelar.

Em uma magnetosfera planetária, o bow shock é a região onde a velocidade do vento solar diminui abruptamente devido àmagnetopausa planetariana. A região de bow shock na Terra está localizada a cerca de 90 mil quilômetros acima da Terra, possuindo cem a mil quilômetros de espessura. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Choque_em_arco

Se os dinossauros foram extintos a aproximadamente 65 milhões de anos atrás, isso nos coloca em alerta, certo? Ou eu estou louco?

Existe uma aparente periodicidade de extinção em massa e não sou eu que estou falando!

 

Documentário: History – O Universo – Nosso Lugar na Via Láctea

Galáxia: Via Láctea

Galáxia: Via Láctea

Explorando nosso possível lugar na Via Láctea.

Nossa galáxia tem 100 mil anos-luz de largura. Estamos há 26 mil anos-luz do centro da nossa galáxia. Te garanto que a Via Láctea é tão grande que você não consegue nem imaginar esse tamanho todo!

Estamos no que os cientistas chamam de “Zona Habitável” da galáxia.

Meu Comentário:

Não tem como acreditar que não exista vida em outros planetas, pois se só nesse “pedacinho” da galáxia tem vida, imagina quantas outras possibilidades podem existir examinando a Zona Habitável da nossa própria galáxia?!

E se em todas as galáxias existem as tais Zonas Habitáveis, quantas outras civilizações e quanta vida deve existir no Universo?!

Não somos exceções do Universo, esse é um pensamento medieval que viaja até hoje na mente de nossa sociedade. O Universo está cheio de vida, o problema são as grandes distâncias existentes no Cosmo. Pode ser que no tempo da vida humana aqui na Terra nunca venhamos a descobrir uma outra civilização, mas isso não quer dizer que ela não exista. Imagina quantas civilizações mais avançadas podem existir!

Não feche o seu pensamento, não é uma questão de acreditar ou não, é apenas uma questão de entender e compreender. Não estamos sozinhos no Universo.

Documentário: History – O Universo: Grandes, Distantes e Velozes

Um documentário muito bom sobre os tamanhos, distâncias e velocidades existentes no universo.

Grande Núvem de Magalhaes

Grande Nuvem de Magalhães

O programa é feito para trazer as medidas cósmicas para uma escala terrestre, deixando assim mais compreensível para o cérebro humano todas essas medidas gigantescas que normalmente estão em Ano-Luz (1 ano luz = 9,4605284 × 1015 metros).

Documentário: History – A Maldição de Tutankamon

Sarcófago de Tutankamon

“Diga o meu nome e eu viverei…”

“As margens do Nilo, um rapaz está morto e um homem está morrendo. Duas mortes separadas por mais de 30 séculos e, ainda assim, agourentamente ligadas. O rapaz, um faraó, sepultado com uma fortuna incalculável. O homem, um nobre inglês, no ímpeto de encontrá-lo. Sua busca disparou a maior caça ao tesouro da História e uma reação de mortes em cadeia. Um a um, aqueles que perturbaram a tumba do faraó pereceram. Até hoje, as casualidades crescem. A Ciência segue um assassino esquivo de três mil anos de idade.”