Documentário: Experiência da Morte [Fenômeno de Lázaro]

Será que existe vida após a morte?

Experiência de quase-morte

O termo experiência de quase-morte ou EQM refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente por motivo de hipóxia cerebral, geralmente derivadas de paradas cardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas o efeito-túnel e a experiência fora-do-corpo (EFC ou OOBE, também denominadaautoscopia). O termo foi cunhado pelo Dr. Raymond Moody em seu livro Vida Depois da Vida, escrito em 1975.

Apesar de frequentemente associadas a uma experiência mística, essas visões tendem a ser explicadas pela comunidade científica como uma resposta secundária fisiológica do cérebro à hipóxia. Em alguns casos, a morte clínica do paciente chegou a ser atestada pelos médicos, mas em nenhum deles houve a confirmação de morte cerebral. No entanto, durante o procedimento de ressuscitação, a equipe médica raramente consegue manter registros sobre as funções cerebrais, pois a emergência exige atenção total ao sistema cardiopulmonar. Por isso, há relatos de situações nas quais o sinal do EEG indica que o cérebro chegou a ficar sem atividade.

Investigação científica

Até recentemente, este fenômeno era considerado pela ciência um assunto vulgar, fruto de lendascrendice popular ou religiosidade. No entanto, na década de 1970, pesquisas como a do Dr. Raymond Moody e a da Dra. Elizabeth Kubler-Ross, principalmente após a publicação dos livros Vida Depois da Vida e Sobre a Morte e o Morrer, respectivamente, levaram ao início de uma corrente de pesquisas em todo o mundo sobre o fenômeno.

Estudos realizados em hospitais, entre sobreviventes de paradas cardíacas, em que se observou que o fenômeno ocorre em cerca de 11% dos pacientes, incluindo os do cardiologista holandês Pim Van Lommel, demonstram também que os fatos são possivelmente explicáveis pela falta de oxigênio no cérebro, em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada. As descrições de experiências de quase-morte podem ser parcialmente reproduzidas por medicações como a quetamina ou por indução de hipóxia cerebral por alta gravidade, incluindo visão em túnel, comunhão com Deus, saída do corpo e alucinações. Fenômenos semelhantes ocorrem em algumas formas de epilepsia e AVC. As explicações biológicas perdem força ao se considerarem os fenômenos de percepção extrassensorial alegados por alguns sobreviventes EQM.

As investigações científicas sobre assuntos relacionados com o pós-morte sempre existiram e foram diversas vezes motivo de debate acadêmico. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica que suporte essa teoria, portanto ainda é uma hipótese não-verificada. Os modelos biológicos tanto podem significar que se trata de uma alucinação como que o cérebro pode conter algum mecanismo para perceber um mundo espiritual à nossa volta. Os estudos em neurociência e neuroteologia prosseguem.

A experiência de quase-morte é muito semelhante às experiências místicas de diversas tradições, como nos livros de Teresa de Ávila.

Um relato intrigante descrito por Moody em seu livro Luz do Além ” Uma mulher de setenta anos, cega, desde os dezoito, foi capaz de descrever com detalhes vívidos, enquanto os médicos tentavam ressuscitá-la de um ataque do coração. Ela conseguia dar boa descrição dos instrumentos que foram utilizados e até mesmo de suas cores. Além de tudo isso, ela ainda disse ao médico que ele usava jaleco azul quando começou a ressuscitá-la. Acontece que falta a Ciência a coragem de questionar sues métodos para que possa entender fenômenos subjetivos que transcendem o reducionismo materialista.

Fonte (leia mais em)http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_quase-morte

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